TratamentosFisioterapia Neurológica

ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) ou também, chamada de doença do neurônio motor, está patológica causa a morte do neurônio responsável pela transmissão de informação para os músculos responsáveis pela movimentação voluntária. Devido a essa falta de transmissão de informação é causada rigidez muscular, fraqueza muscular, perda de tônus muscular e espasmo, tendo a piora no quadro geral de maneira gradual. Diante dessas perdas, como sequelas o paciente apresenta, piora da fala (disartria), alteração da deglutição (disfagia) e alterações nos sistema respiratório. O diagnóstico da doença nem sempre é fácil e rápido, sendo levada a um estudo de caso sendo realizados exames como por exemplo a eletromiografia e relatos de sintomas descritos pelo paciente. Atualmente leva em média cerca de 06 meses a 1 anos para fechar o diagnóstico do paciente com está doença.

A doença pode se manifestar a qualquer idade do indivíduo, porém é mais comum se manifestar em pessoas acima de 60 anos, com predominância no sexo feminino. A estimativa de vida desse paciente após descoberta a doença gera entre 2 a 4 anos.

Seus sintomas se originam com pequenas alterações, como dificuldade em se expressa, perda de força muscular, déficit de equilíbrio, alteração da deglutição, até seu estado mais avançado da doença, aonde o indivíduo não consegue contactuar verbalmente, se mantém restrito ao leito, totalmente dependente, com o sistema respiratório comprometido, não conseguindo respirar de maneira espontânea por VAS, necessitando de colocação de traqueostomia e devido a rigidez na musculatura respiratória e perda da expansibilidade torácica se faz necessário uso de ventilação mecânica invasiva.

Tratamento

O tratamento consiste em uso da medicação riluzol que ajuda a reduzir a progressão da doença dando uma sobrevida e qualidade durante essa sobrevida para o paciente. Não possuem estudos que comprovem um tratamento que venha a gerar grande eficácia ou cura da doença.

Durante o período em que o indivíduo convive com a doença ele segue realizando tratamento com a equipe médica, fonoaudiológica, equipe de enfermagem e fisioterapeutas.

O fisioterapeuta tem um papel importante na atuação com esse paciente, promovendo a manutenção do quadro motor e respiratório do paciente. Devido as sequelas em relação à musculatura do sistema respiratório, o fisioterapeuta é responsável pelo manuseio do ventilador mecânico, trabalhar a expansão pulmonar do paciente para minimizar perdas, melhorar a higiene brônquica, pois devido acumulo de secreção no pulmão, possuem risco de pneumonias de repetição, promover a manutenção do quadro motor para evitar deformidades e contraturas musculares e perda de força muscular.

Indicação

  • Idosos;
  • Adultos.